Complexo Paraíba do Sul

Complexo Hidrelétrico
Paraíba do Sul

O Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul reúne quatro projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) em desenvolvimento no Rio Paraíba do Sul, entre os municípios de Além Paraíba, em Minas Gerais, e Sapucaia, no Rio de Janeiro. Aqui você pode conhecer os projetos, acompanhar suas etapas e esclarecer suas principais dúvidas.

PCHs Boa Vista, Coqueiros, Santo Antônio e Mangueiral — em desenvolvimento, com estudos ambientais em elaboração

Rio Paraíba do Sul, área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul — registro aéreo de agosto de 2026

Conheça o Complexo

Os quatro projetos estão localizados em sequência em um trecho do Rio Paraíba do Sul conhecido como Trecho de Vazão Reduzida (TVR) da UHE Simplício, com seus projetos básicos aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

As PCHs foram planejadas para operar em regime a fio d'água, utilizando a vazão turbinada da PCH Anta, disponível no Rio Paraíba do Sul, para gerar energia. Conforme os estudos desenvolvidos até o momento, a configuração prevista não implica a formação de novos Trechos de Vazão Reduzida, o que será detalhado nos Estudos de Impacto Ambiental.

Principais premissas dos projetos

  • reduzir a necessidade de inundação de novas áreas
  • manter a maior parte dos reservatórios previstos dentro do próprio leito do Rio Paraíba do Sul, dentro de sua calha natural;
  • considerar as estruturas e ocupações existentes no entorno;
  • preservação dos critérios de segurança da Rodovia federal BR-393 e da Ferrovia Centro-Atlântica;
  • buscar soluções de engenharia com área de intervenção reduzida e uso de novas tecnologias de geração de energia elétrica;
  • avaliar as características ambientais e sociais da região em todas as etapas do desenvolvimento.
Vista aérea ampla do vale do Rio Paraíba do Sul, com a rodovia acompanhando a margem e morros ao fundo
Vale do Rio Paraíba do Sul, em área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul — trecho a jusante do projeto da PCH Mangueiral, com a rodovia BR-393 acompanhando a margem direita do curso d'água — registro aéreo de agosto de 2026. Veja mais fotos do trecho na galeria.

Onde ficam os projetos

Rio
Paraíba do Sul
Trecho
TVR da UHE Simplício
Margem esquerda
Minas Gerais — Além Paraíba
Margem direita
Rio de Janeiro — Sapucaia
Usina existente a montante
PCH Anta
Usina existente a jusante
UHE Simplício

O mapa oficial será publicado após a validação da base cartográfica pela equipe técnica dos estudos.

Conheça cada projeto

Cada PCH possui características próprias e passa individualmente pelas etapas necessárias ao seu desenvolvimento e licenciamento ambiental.

Os projetos estão distribuídos ao longo do Rio Paraíba do Sul, tendo Minas Gerais na margem esquerda e Rio de Janeiro na margem direita. Os municípios diretamente relacionados à região dos projetos são Além Paraíba/MG e Sapucaia/RJ.

Diagrama esquemático: entre a PCH Anta, a montante, e a UHE Simplício, a jusante, ficam, nesta ordem, a PCH Boa Vista, a PCH Coqueiros, a PCH Santo Antônio e a PCH Mangueiral, ao longo do rio entre Além Paraíba (MG) e Sapucaia (RJ) Além Paraíba · MG Sapucaia · RJ PCH Anta existente · montante PCH Boa Vista PCH Coqueiros PCH Santo Antônio PCH Mangueiral UHE Simplício existente · jusante

Além Paraíba · MG

PCH Anta usina existente · a montante

  1. PCH Boa Vista
  2. PCH Coqueiros
  3. PCH Santo Antônio
  4. PCH Mangueiral

UHE Simplício usina existente · a jusante

Sapucaia · RJ

Diagrama esquemático da ordem dos aproveitamentos ao longo do rio — sem escala cartográfica. A PCH Anta (a montante) e a UHE Simplício (a jusante) são usinas existentes, de terceiros, que não fazem parte do Complexo. O mapa oficial será publicado após a validação da base pela equipe técnica.
Vista aérea do Rio Paraíba do Sul na área de estudo da PCH Boa Vista
Rio Paraíba do Sul — trecho em que se insere o projeto da PCH Boa Vista — registro aéreo de agosto de 2026.

PCH Boa Vista

Em desenvolvimento — estudos ambientais em elaboração

Primeiro aproveitamento do trecho, o mais próximo de Além Paraíba (MG). As estruturas físicas e áreas de apoio previstas estão localizadas principalmente na margem mineira.

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Posição no trecho
1ª de 4 usinas, de Além Paraíba a Sapucaia
Potência instalada prevista
20,40 MW
Regime previsto
fio d'água
Área prevista do reservatório
57,46 ha
Área correspondente ao leito natural do rio
53,39 ha
Área inundada prevista
4,07 ha
Comprimento previsto do reservatório
2.720 m
Profundidade média prevista
6 m
Código ANEEL
PCH.PH.MG.035351-5.01
Processo de licenciamento ambiental (Ibama)
Processo SEI Ibama nº 02001.002200/2026-60
Vista aérea do Rio Paraíba do Sul na área de estudo da PCH Coqueiros
Rio Paraíba do Sul — trecho em que se insere o projeto da PCH Coqueiros — registro aéreo de agosto de 2026.

PCH Coqueiros

Em desenvolvimento — estudos ambientais em elaboração

Segundo aproveitamento na sequência do rio. As estruturas físicas e áreas de apoio previstas estão localizadas principalmente na margem mineira.

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Posição no trecho
2ª de 4 usinas, de Além Paraíba a Sapucaia
Potência instalada prevista
18,8 MW
Regime previsto
fio d'água
Área prevista do reservatório
82,20 ha
Área correspondente ao leito natural do rio
77,06 ha
Área inundada prevista
5,14 ha
Comprimento previsto do reservatório
4.590 m
Profundidade média prevista
6 m
Código ANEEL
PCH.PH.MG.035352-3.01
Processo de licenciamento ambiental (Ibama)
Processo SEI Ibama nº 02001.002276/2026-95
Vista aérea do Rio Paraíba do Sul na área de estudo da PCH Santo Antônio
Rio Paraíba do Sul — trecho em que se insere o projeto da PCH Santo Antônio — registro aéreo de agosto de 2026.

PCH Santo Antônio

Em desenvolvimento — estudos ambientais em elaboração

Terceiro aproveitamento do trecho. As estruturas previstas estão localizadas principalmente na margem fluminense.

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Posição no trecho
3ª de 4 usinas, de Além Paraíba a Sapucaia
Potência instalada prevista
18,8 MW
Regime previsto
fio d'água
Área prevista do reservatório
101,06 ha
Área correspondente ao leito natural do rio
98,40 ha
Área inundada prevista
2,66 ha
Comprimento previsto do reservatório
4.590 m
Profundidade média prevista
6 m
Código ANEEL
PCH.PH.RJ.035353-1.01
Processo de licenciamento ambiental (Ibama)
Processo SEI Ibama nº 02001.002704/2026-80
Vista aérea do Rio Paraíba do Sul na área de estudo da PCH Mangueiral
Rio Paraíba do Sul — trecho em que se insere o projeto da PCH Mangueiral — registro aéreo de agosto de 2026.

PCH Mangueiral

Em desenvolvimento — estudos ambientais em elaboração

Quarto e último aproveitamento do trecho, o mais próximo de Sapucaia (RJ). As estruturas previstas estão localizadas principalmente na margem fluminense.

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Posição no trecho
4ª de 4 usinas, de Além Paraíba a Sapucaia
Potência instalada prevista
18,8 MW
Regime previsto
fio d'água
Área prevista do reservatório
32,92 ha
Área correspondente ao leito natural do rio
32,68 ha
Área inundada prevista
0,24 ha
Comprimento previsto do reservatório
2.060 m
Profundidade média prevista
6 m
Código ANEEL
PCH.PH.MG.035354-0.01
Processo de licenciamento ambiental (Ibama)
Processo SEI Ibama nº 02001.002705/2026-24

O que é uma PCH?

Corredeiras de águas brancas em trecho rochoso do Rio Paraíba do Sul, entre morros
Corredeiras na área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul: são desníveis naturais que promovem, através da queda, bem como pela força e velocidade da correnteza, pontos com potenciais para o aproveitamento hidrelétrico como PCHs — registro aéreo de agosto de 2026.

As Pequenas Centrais Hidrelétricas — PCHs utilizam a força da água para movimentar equipamentos responsáveis pela geração de energia elétrica.

Nos projetos do Complexo Paraíba do Sul, está prevista a operação a fio d'água. Isso significa que a geração acompanha a quantidade de água disponível no rio, sem depender de grandes reservatórios para acumular água por longos períodos. Os projetos aproveitam a regularização de vazão advinda do complexo PCH Anta/UHE Simplício, e os impactos socioambientais estão sendo avaliados nos Estudos de Impacto Ambiental em elaboração.

Uma das premissas adotadas nos projetos é aproveitar a própria configuração do Rio Paraíba do Sul e reduzir a necessidade de inundação de novas áreas, mantendo o rio dentro de sua calha natural.

Esquema de uma PCH a fio d'água: a água do rio entra na usina, movimenta a turbina e retorna ao rio; a energia gerada passa pelo transformador e segue pela linha de transmissão até a rede; nas duas margens, árvores representam a APP — Área de Preservação Permanente 1 2 3 4 5
Como funciona uma PCH a fio d'água — esquema didático, sem escala. Água em azul vivo, sempre em traço; estruturas e equipamentos em azul-escuro, em formas preenchidas; vegetação da APP em verde, com tronco marrom.
  1. A água do rio entra na usina pelo desnível natural do trecho
  2. A força da água movimenta a turbina, que gera energia
  3. A mesma água retorna ao rio e segue seu curso normal
  4. A energia gerada passa pelo transformador e segue pela linha de transmissão até a rede elétrica
  5. APP — Área de Preservação Permanente

Em que fase estão os projetos?

Um empreendimento hidrelétrico passa por diferentes etapas antes de poder iniciar sua operação. As duas últimas dependem de licenças que ainda precisam ser obtidas.

  1. Concepção

    Etapa concluída

    São estudados o potencial de geração, a localização, as alternativas de engenharia e as principais características do empreendimento. Nesta fase, a ANEEL aprovou os projetos básicos desenvolvidos, autorizando o avanço para o licenciamento ambiental e a outorga de recursos hídricos.

  2. Desenvolvimento

    Estamos aqui

    Nesta fase são aprofundados os estudos técnicos, ambientais e de engenharia. Atualmente, os Estudos de Impacto Ambiental (EIAs) e Relatórios de Impacto Ambiental (Rimas) de cada projeto encontram-se em elaboração, tendo como objetivo a solicitação das Licenças Prévias ambientais junto ao Ibama.

  3. Construção

    Requer Licença de Instalação

    A etapa de Construção depende do cumprimento dos requisitos legais aplicáveis e da emissão da Licença de Instalação pelo órgão ambiental competente.

  4. Operação

    Requer Licença de Operação

    A etapa de Operação depende do cumprimento dos requisitos legais aplicáveis e da emissão da Licença de Operação pelo órgão ambiental competente.

Importante: ainda não existe uma data definida para o início das obras. Os projetos estão em fase de elaboração dos estudos ambientais, e as obras só poderão ser iniciadas após a emissão da Licença Prévia e, posteriormente, da Licença de Instalação, além das demais licenças e autorizações necessárias. As informações serão atualizadas aqui conforme houver avanços nos processos de desenvolvimento e licenciamento ambiental. Entenda como funciona o licenciamento ambiental.

Como funciona o licenciamento ambiental

Nenhuma PCH pode ser construída ou operada sem passar pelo licenciamento ambiental. Entender esse processo ajuda a acompanhar em que ponto cada projeto está — e quem decide cada etapa.

O que é o licenciamento ambiental

É o procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental avalia empreendimentos com potencial de causar impacto. Não é uma formalidade: é uma análise técnica que pode resultar na concessão da licença, na exigência de condicionantes ou no indeferimento do pedido. No caso do Complexo Paraíba do Sul, a competência é federal e o processo é conduzido pelo Ibama.

O papel do Ibama

O Ibama — Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis — analisa os estudos apresentados, pode solicitar complementações, realiza vistorias, conduz audiências públicas e decide sobre as licenças. A decisão sobre cada licença é do órgão ambiental, não do empreendedor. Quando aplicável, outros órgãos participam do processo, como ICMBio, Funai, Fundação Palmares, Iphan e a ANA ou o órgão gestor estadual de recursos hídricos.

O que são o EIA e o Rima

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é o documento técnico completo que diagnostica a área, identifica os possíveis impactos e propõe medidas. O Relatório de Impacto Ambiental (Rima) é a versão do EIA em linguagem acessível, destinada à consulta pública — mesmo conteúdo, escrito para que qualquer pessoa possa participar de forma informada.

Quem elabora os estudos

Uma equipe multidisciplinar de profissionais habilitados, com registro nos respectivos conselhos, que respondem tecnicamente pelo que assinam. Estudos desse tipo costumam reunir áreas como biologia, engenharia ambiental e florestal, geologia, hidrologia, arqueologia e ciências sociais, organizadas em três meios: físico, biótico e socioeconômico.

As três licenças do processo

  1. Licença Prévia

    Atesta a viabilidade ambiental do empreendimento e aprova sua concepção e localização. É concedida após a análise do EIA/Rima e das audiências públicas.

    Não autoriza obras

    Situação atual: os EIAs/Rimas das quatro PCHs estão em elaboração para a solicitação desta licença.

  2. Licença de Instalação

    É a licença que efetivamente autoriza o início das obras, mediante o cumprimento das condicionantes estabelecidas na Licença Prévia. Vem após a LP e a apresentação dos projetos executivos e dos planos ambientais.

  3. Licença de Operação

    Autoriza o início da operação, verificado o cumprimento das exigências das etapas anteriores. Vem após a conclusão das obras.

Como a população participa

As audiências públicas são convocadas pelo Ibama durante a análise do EIA/Rima, são abertas a qualquer pessoa e servem para apresentar os estudos e ouvir a população. O Rima ficará disponível para consulta quando for protocolado e será publicado também na página de documentos deste site. Os processos de licenciamento de cada PCH podem ser consultados no sistema SEI do Ibama pelos números informados na ficha de cada projeto, e o formulário de contato está aberto para dúvidas em qualquer etapa.

Meio ambiente e território

Os projetos estão inseridos no bioma Mata Atlântica, e a maior parte das áreas diretamente afetadas previstas nos estudos está localizada no próprio leito do Rio Paraíba do Sul ou em áreas já modificadas pela ocupação humana.

Os estudos ambientais em andamento visam descrever e caracterizar detalhadamente a situação atual das áreas nas quais os empreendimentos podem ser instalados, considerando aspectos dos meios físico, biótico e socioeconômico.

Os resultados desses levantamentos serão apresentados nos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e nos Relatórios de Impacto Ambiental (Rima) e submetidos à análise do Ibama e dos demais órgãos envolvidos no licenciamento.

Rio com margens de mata ciliar e pastagens verdes no período chuvoso
Mata ciliar, ilhas fluviais e pastagens no entorno de trecho do Rio Paraíba do Sul, onde se insere o projeto da PCH Mangueiral — registro aéreo de fevereiro de 2026.
Ilhas de vegetação e afloramentos rochosos no leito do rio no período seco
Ilhas e afloramentos rochosos no leito do Rio Paraíba do Sul, a jusante do projeto da PCH Mangueiral — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Meio físicoÁgua, solo, ar e relevo
  • Meio bióticoFauna e flora
  • Meio socioeconômicoPopulação, atividades econômicas e patrimônio cultural

O território em imagens

Registros aéreos do Rio Paraíba do Sul nas áreas de estudo das quatro PCHs, feitos pela equipe dos projetos entre fevereiro e agosto de 2026, e imagens do diálogo com as instituições da região. Toque em uma foto para ampliar.

  • Vista aérea do Rio Paraíba do Sul com corredeiras entre morros de pastagem seca
    Corredeiras, ilha fluvial e morros de pastagem na área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Ponte ferroviária desativada, de treliça metálica, sobre o canal de restituição da UHE Simplício
    Ponte de ferrovia desativada sobre o canal de restituição da UHE Simplício, na área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Leito rochoso do rio com vegetação nas margens e morros ao fundo
    Áreas no entorno do projeto da PCH Boa Vista — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Trecho de corredeiras do rio entre morros, visto do alto
    Corredeiras em trecho do Rio Paraíba do Sul, na área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul e topos de morro na região — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Vista vertical do rio com o leito rochoso exposto e estrada de terra na margem
    Trecho do Rio Paraíba do Sul de inserção do projeto da PCH Santo Antônio, em estação climática seca — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Rodovia sinuosa acompanhando o rio em meio a mata e pastagens
    Rodovia BR-393 acompanhando a margem direita do Rio Paraíba do Sul, na área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Rio com águas barrentas e volumosas entre encostas verdes sob céu nublado
    Rio Paraíba do Sul em estação climática chuvosa, na área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul — registro aéreo de fevereiro de 2026.
  • Rio e rodovia lado a lado em um vale de morros
    Vegetação e áreas alteradas no entorno do projeto da PCH Mangueiral — registro aéreo de agosto de 2026.
  • Ponte rodoviária sobre o rio com águas barrentas e céu de nuvens carregadas
    Ponte rodoviária de acesso à UHE Simplício, na área de inserção do projeto da PCH Mangueiral — registro aéreo de fevereiro de 2026.
  • Vista vertical de ponte e estrada sobre o rio com leito entrelaçado
    Vista vertical de parte da área de inserção da PCH Mangueiral — registro aéreo de março de 2026.
  • Rio em cheia com águas barrentas se dividindo entre afloramentos rochosos e ilhas de vegetação
    Rio Paraíba do Sul em estação climática chuvosa, em trecho onde se insere o projeto da PCH Coqueiros — registro aéreo de março de 2026.
  • Fachada da casa de força da Usina Hidrelétrica de Simplício
    Instalações da Usina Hidrelétrica de Simplício, empreendimento hidrelétrico em operação na área de estudo do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul. Não faz parte dos projetos — registro fotográfico de julho de 2026.

Diálogo com Poder Público, Órgãos e Instituições

  • Equipe dos projetos e representantes da Prefeitura de Sapucaia reunidos em sala com apresentação projetada
    Apresentação dos projetos do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul junto à Prefeitura Municipal de Sapucaia/RJ — reunião ocorrida em 28 de julho de 2026.
  • Equipe dos projetos e representantes da Prefeitura de Além Paraíba em sala de reunião
    Apresentação dos projetos do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul junto à Prefeitura Municipal de Além Paraíba/MG — reunião ocorrida em 29 de julho de 2026.
  • Equipe dos projetos e representantes da prefeitura reunidos em frente à sede municipal, sob as bandeiras do Brasil e de Minas Gerais
    Apresentação dos projetos do Complexo Hidrelétrico Paraíba do Sul junto à Prefeitura Municipal de Além Paraíba/MG — reunião ocorrida em 29 de julho de 2026.
  • Representantes dos projetos na entrada do prédio da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico
    Reunião com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), em Brasília — reunião ocorrida em 09 de abril de 2026.
  • Representantes dos projetos e servidores do Ibama reunidos em sala de reunião
    Reunião com o Ibama, em Brasília, com representantes da Coordenação de Licenciamento Ambiental de Hidrelétricas, Obras e Estruturas Fluviais (Cohid) — reunião ocorrida em 10 de abril de 2026.

Todas as fotografias desta página foram registradas no trecho do Rio Paraíba do Sul entre Além Paraíba/MG e Sapucaia/RJ ou em reuniões institucionais dos projetos, com data e local identificados. Nenhuma imagem mostra obras ou estruturas dos projetos, que estão em fase de estudos.

Sistema de transmissão

Para que a energia produzida possa chegar à rede elétrica, os projetos também incluem estudos para implantação de um sistema de transmissão de uso exclusivo. Está prevista uma interligação entre as subestações das quatro PCHs em tensão de 34,5 kV:

Boa Vista a Coqueiros
aproximadamente 4 km
Coqueiros a Santo Antônio
aproximadamente 4 km
Santo Antônio a Mangueiral
aproximadamente 3 km

Também estão sendo avaliadas alternativas de conexão das quatro PCHs ao sistema elétrico existente, incluindo possibilidades de conexão aos sistemas das distribuidoras locais, como a Energisa e a Light.

Torre de linha de transmissão existente em encosta de pastagem, com a rodovia e o rio ao fundo
Linha de transmissão existente na região, junto à rodovia e ao rio. O traçado do sistema de transmissão dos projetos ainda está em estudo. Registro aéreo de agosto de 2026.

Importante: as alternativas e os respectivos traçados ainda estão em estudo e poderão ser alterados conforme o desenvolvimento dos projetos.

Documentos e informações técnicas

Transparência e acesso à informação fazem parte do desenvolvimento dos projetos. Nesta área serão disponibilizados documentos à medida que os estudos e processos avancem.

Acessar a página de documentos

  • Licenciamento ambiental
  • Estudos ambientais
  • Mapas e localização
  • Informações técnicas
  • Sistema de transmissão
  • Comunicados

Perguntas frequentes

Quando as obras começam?

Ainda não existe uma data definida para o início das obras.

Atualmente, os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e Relatórios de Impacto Ambiental (Rima) de cada projeto estão em elaboração, como etapa necessária para a solicitação da Licença Prévia perante o Ibama.

As obras dos empreendimentos só poderão ocorrer após a emissão da Licença Prévia, que atesta a viabilidade ambiental do projeto, e, posteriormente, da Licença de Instalação, que é a licença que efetivamente autoriza o início das obras. A concessão de ambas é competência do Ibama e depende da análise dos estudos apresentados. Entenda as etapas do licenciamento ambiental.

Os quatro projetos serão construídos?

Os quatro estão atualmente em desenvolvimento.

A implantação de cada PCH dependerá dos respectivos estudos, processos de licenciamento ambiental, autorizações e demais etapas necessárias. Por isso, neste momento não é possível afirmar quais projetos chegarão à fase de construção.

Vai alagar alguma área?

Os projetos preveem a formação de reservatórios. De acordo com os projetos básicos, a maior parte da área prevista de cada reservatório corresponde ao próprio leito do Rio Paraíba do Sul.

As áreas de inundação previstas variam de acordo com cada projeto, estão apresentadas individualmente neste site e serão avaliadas em detalhe nos estudos ambientais em elaboração.

O rio vai subir?

Cada PCH prevê uma elevação localizada do nível da água necessária à formação de seu reservatório, respeitando ao máximo a calha natural do rio.

Os estudos técnicos e ambientais avaliam até onde essa elevação poderá chegar e sua relação com as áreas e estruturas existentes no entorno, respeitando e protegendo as estruturas atuais edificadas, como a rodovia e a ferrovia, dentro das condições limites definidas nas regras e legislações vigentes.

A BR-393 e a ferrovia serão afetadas?

Uma das premissas consideradas nos projetos é atender às regras de interferências definidas para a BR-393 e a ferrovia, atendendo às restrições relacionadas às estruturas atuais implantadas e adequando qualquer interferência que possa ser identificada ao longo do processo.

Essas condições fazem parte dos estudos técnicos de cada empreendimento, sempre respeitando as regras e a legislação vigentes.

Minha propriedade poderá ser afetada?

As estruturas e o sistema de transmissão ainda estão em estudo. Eventuais interferências dependerão das definições finais de cada projeto e, especialmente no caso das linhas de transmissão, dos traçados que vierem a ser definidos.

Caso uma propriedade seja identificada em área necessária ao projeto, os proprietários relacionados serão informados e orientados conforme os procedimentos aplicáveis.

Os projetos já estão aprovados?

Sim, os projetos básicos já foram aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), mas sempre poderão sofrer alterações ao longo de seu desenvolvimento, atendendo sempre às condições técnicas e socioambientais.

Essa aprovação é distinta do licenciamento ambiental, que está em andamento junto ao Ibama. Cada empreendimento precisa cumprir as etapas e exigências aplicáveis antes de uma eventual implantação.

Contratação de mão de obra

Os projetos do Complexo Paraíba do Sul encontram-se em fase de estudos e de licenciamento ambiental. Não há, neste momento, previsão de contratação de mão de obra nem processo seletivo em andamento.

Caso os empreendimentos avancem e as licenças necessárias sejam obtidas, eventuais oportunidades serão divulgadas exclusivamente por este site e pelos canais oficiais dos projetos. Recomendamos atenção a ofertas de emprego atribuídas aos projetos por outros meios.

Fale conosco

Tem alguma dúvida sobre os projetos? Informação clara e diálogo são importantes em todas as etapas.

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